Os estudantes brasileiros convivem com uma nova forma de ingresso e avaliação para a realização do sonho de cursar uma faculdade. Sobre tudo, uma faculdade federal. Em alagoas, a expectativa é ainda maior. Anunciada a adesão ao Enem por parte da UfaL há dois anos, esse processo se mostra em alagoas completamente aterrorizante, tanto para os estudantes, quanto para os professores. Não foi por falta de aviso ou desconhecimento do processo. O governo federal, tenta verticalizar os conteúdos de ensino de forma a promover uma política nacional de currículos escolares, o que em tese, seria o correto, desde que respeitasse as profundas diferenças regionais existentes em nosso país. Não são os nossos alunos (Alagoanos) que são "ruins" e sim, foram mal preparados. É o sistema que lhes impõe limitações de modo a não poderem demonstrar suas potencialidades. As decisões sobre a política educacional, são tomadas nos grandes centros, em salas fechadas e por tecnocratas bem distantes da realidade de cada recanto do Brasil. Se por um a lado o Enem oportuniza a possibilidade de ingresso em várias faculdades espalhadas pelo do país afora, por outro, deixa aqueles alunos que, por conta da realidade social dos seus estados e de anos a fio de um ensino deficitário, com uma enorme apreensão diante do pleito. É aguardar e ter a esperança de que, os alunos "bons" não se interessarão pelos cursos oferecidos em um estado com os piores indíces sociais do país.
Política, Filosofia, Sociologia, Reflexões sobre a dinâmica do poder em Alagoas, no Brasil, e no mundo. Cultura, dicas, música e informação.
sábado, 9 de abril de 2011
Os desafios da política educacional no Brasil e o Enem.
Os estudantes brasileiros convivem com uma nova forma de ingresso e avaliação para a realização do sonho de cursar uma faculdade. Sobre tudo, uma faculdade federal. Em alagoas, a expectativa é ainda maior. Anunciada a adesão ao Enem por parte da UfaL há dois anos, esse processo se mostra em alagoas completamente aterrorizante, tanto para os estudantes, quanto para os professores. Não foi por falta de aviso ou desconhecimento do processo. O governo federal, tenta verticalizar os conteúdos de ensino de forma a promover uma política nacional de currículos escolares, o que em tese, seria o correto, desde que respeitasse as profundas diferenças regionais existentes em nosso país. Não são os nossos alunos (Alagoanos) que são "ruins" e sim, foram mal preparados. É o sistema que lhes impõe limitações de modo a não poderem demonstrar suas potencialidades. As decisões sobre a política educacional, são tomadas nos grandes centros, em salas fechadas e por tecnocratas bem distantes da realidade de cada recanto do Brasil. Se por um a lado o Enem oportuniza a possibilidade de ingresso em várias faculdades espalhadas pelo do país afora, por outro, deixa aqueles alunos que, por conta da realidade social dos seus estados e de anos a fio de um ensino deficitário, com uma enorme apreensão diante do pleito. É aguardar e ter a esperança de que, os alunos "bons" não se interessarão pelos cursos oferecidos em um estado com os piores indíces sociais do país.
O governo Téo e o "TÉOrema" da política salarial para os servidores públicos de alagoas.
E o Brasil foi surpreendido com o imponderável.
Uma escola pública da periferia do Rio de Janeiro, foi o palco da maior tragédia antes jamais imaginada. De um lado, um jovem atirador. Do outro, crianças inocentes e indefesas e uma nação inteira perplexa, e impotente, diante de um ato de tamanha crueldade e desequilíbrio. Por mais que busquemos as respostas elas serão apenas meras conjecturas. Não há respostas e sim perguntas. O que fazer? tal tragédia poderia ter sido evitada? O que está acontecendo com os jovens brasileiros? De quem é a culpa em tal evento? Como vemos, são mais perguntas que respostas. O imponderável aconteceu. E a dor da família de cada vítima, é no fundo, a dor de todas as famílias brasileiras, que se sentem impotentes e incapazes de encontrar explicação para um ato tão bárbaro e sem sentido.
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